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Quase mil desempregados em sete meses de 2017 - Feirenses - Feira de Santana aprofundada
As Feiras de Feira de Santana

Roça Sound

Roça Sound expõe a Feira de Santana clandestina

Saiu o novo clipe do Roça Sound, uma interpretação audiovisual apurada da música “Verde e Cinza”, que compõe o álbum “Tabaréu Moderno”, o mais recente do grupo. A música e o clipe integram uma das mais importantes obras contemporâneas de interpretação de Feira de Santana e sua cultura. “Verde e Cinza”, já no título, denuncia essa cidade contraditória, que vive entre uma tradição rural, feirante, e uma sanha modernizante expressa nas obras cheias de concreto e vazias de humanidade. Mas não para por aí, afinal, Clóvis Ramaiana já notou e denunciou isso há muito. A canção expõe a visceral clandestinidade

Cooperativas em Feira de Santana

Cooperativas com os dias contados em Feira de Santana

O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e o Ministério Público da Bahia (MP-BA) exigiram que a Prefeitura Municipal de Feira de Santana não faça mais contratações de servidores através de cooperativas. Novas Contratações Colbert Martins disse ao Acorda Cidade que as contratações só poderão ocorrer via Organização Social (OS), seleção pública (Reda) ou concurso público. Ao atender essa recomendação, é provável que aumente o número de processos seletivos para contrações temporárias. Fim das indicações políticas Infelizmente, com o fim das contratações via cooperativas, não é certo de que acabem também as indicações políticas. A contratação de Organização Social permite

Vai ter Feira Noise Festival em 2020

O Feira Coletivo Cultural e a Banana Atômica realizaram no último final de semana, em Feira de Santana (BA), uma edição histórica em comemoração aos 10 anos de existência do Feira Noise Festival. O evento aconteceu entre os dias 22 a 24, no Ária Hall, reforçando sua importância para a consolidação da cena local, além de manter Feira de Santana na rota de circulação de bandas e artistas independentes. Ao todo, 33 atrações se revezaram entre os palcos Banana Atômica e Budweiser, sendo 13 delas de Feira de Santana. Importantes nomes da música brasileira contemporânea como Supercombo, Francisco El Hombre, Black Pantera, Potyguara Bardo,

O fenômeno flamenguista em Feira de Santana

Na manhã dessa segunda-feira, a Praça da Bandeira foi a arena onde se discutiu sobre o mais importante e popular time de futebol brasileiro. — É óbvio que o Bahia é de mais importância. O Brasil nasceu onde? Se é aqui o início do Brasil, o Bahia é o time do nosso povo, defendia Papinho, torcedor patológico do Bahia. — O Flamengo, companheiro, é o time das massas, o time rubro, castanho, caboclo, representando os índios, e negro, quilombola, africano, representando o povo escravizado, proclamava Seu Teófilo, tomando caldo de cana para curar a ressaca da comemoração dos dois títulos

Roça Sound

“Tabaréu Moderno”, o novo álbum do Roça Sound

“Tabaréu Moderno” é o terceiro disco do grupo Roça Sound. Lançado no último dia 15 de novembro, o novo álbum estava sendo esperado pelo público que acompanha o trabalho dos feirenses desde “Você Aguenta Quantos Rounds?”, de 2014. Formado por NickAmaro (DJ/ MC), Paulo Bala (MC), Dom Maths (MC) e o dançarino Edy Murphy, o Roça Sound explora sonoridades que vão desde a Cultura Nordestina, Rap, Dembow, Reggae, e o DanceHall, tendo o suingue como sua marca principal. Em “Tabaréu Moderno”, trazem nove faixas autorais e inéditas, com as participações da Orquestra Reggae de Cachoeira, Quixabeira da Matinha, Bel da

Quase mil desempregados em sete meses de 2017

Está se tornando enfadonho torpedear o governo de Michel Temer (PMDB-SP), o mandatário de Tietê. Afinal, a popularidade estacionou em 5%, bordejando a margem de erro; escândalos de corrupção se avolumam, exigindo uma investigação que o Congresso bloqueia ao custo de bilhões de reais do erário combalido; generosas concessões aos amigos empresários contrastam com o arrocho sobre trabalhadores e beneficiários de programas sociais; e, visivelmente, o emedebismo vaga sem rumo, sem programa de governo, sem perspectiva a oferecer ao país.

Assim que aplicou a rasteira que destituiu o petismo, Michel Temer e seus acólitos começaram a semear promessas com despreocupada displicência. O regozijo grosseiro da posse, o êxtase impudente, a indisfarçada gula até ajudaram a camuflar uma tragédia ainda maior: a da completa ausência de conteúdo e de rumo. Os efeitos são muito visíveis nos dias atuais. Sobretudo no que se refere à geração de emprego.

“Aqui na Feira de Santana, por exemplo, a crise segue dizimando postos de trabalho”

Aqui na Feira de Santana, por exemplo, a crise segue dizimando postos de trabalho: no ano, de janeiro a julho, o saldo é negativo em 989 vagas. E não se pode dizer que o pior está ficando para trás: em julho, foram 105 empregos a menos no saldo. Sinal de que, apesar de ter perdido fôlego, a tragédia se arrasta e a reiteradamente anunciada retomada vai ficando para um futuro incerto.

Esses dados são do Ministério do Trabalho e Emprego. E refletem o estrago no naco nobre do mercado de trabalho, onde estão os empregos formais. Em parte, quem vem atenuando o impacto é o setor industrial, que gerou empregos de auxiliar de linha de produção (56), seguido de oportunidades para promotor de vendas (25) e pedagogo (23).

Mais desemprego

Michel Temer

Em julho, o estrago seguiu entre comerciários (-56), faxineiros (-44) e auxiliares de escritório (-20). No ano, os comerciários (-299), os serventes (-229) e os pedreiros (-179) constituem as principais vítimas da derrocada, no saldo entre admissões e demissões. Sinal que, na construção civil, o ciclo recessivo ainda não se completou.

Um entusiasmo artificial, forjado, que contaminou muitos incautos, cercou a posse de Michel Temer em maio do ano passado. Parecia que, finalmente, o Brasil enxergava alguma perspectiva de médio prazo. Em pouco tempo, porém, muitos perceberam o embuste já que, objetivamente, o novo governo pouco tinha o que mostrar. Menos ainda o que sinalizar em termos de rumo. Daí foi declinando aquela aceitação reticente, encalistrada.

“Os nomes colocados no tabuleiro presidencial não reúnem credenciais para unir o país”

A sensação de falta de rumo que marcou o segundo mandato de Dilma Rousseff (PT) se manteve com o novo regime. Com um agravante: as denúncias de corrupção – inclusive envolvendo o mandatário de Tietê – avolumam-se de maneira incontornável, conforme bem apontou a Procuradoria Geral da República. Com um governo tão ruinoso, 2018 está logo ali, mas parece uma miragem distante, tamanho é o desalento nos dias atuais.

Mas, ao contrário do que muitos podem pensar, talvez 2018 não traga alento e menos ainda a ansiada normalidade a partir de 2019. Os nomes colocados no tabuleiro presidencial não reúnem credenciais para unir o país, aproximar os divergentes, sinalizar para que se volte a construir consensos. Nem mesmo Lula, que circula pelo Nordeste prometendo mais do mesmo para a quadra presidencial que se aproxima…

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