As Feiras de Feira de Santana

Contratação sem licitação

Prefeitura contrata empresa sem licitação por quase R$ 16 milhões

A Prefeitura Municipal de Feira de Santana contratou a IMAP (Associação de Proteção à Maternidade e à Infância de Mutuípe), para prestar serviços profissionais na área de saúde para atender as unidades da rede própria do município. Dispensa de licitação A  IMAP foi contratada de forma emergencial por R$ 15.950.673,16 (quinze milhões, novecentos e cinquenta mil, seiscentos e setenta e três reais e dezesseis centavos). A assinatura do contrato ocorreu no dia 29 de agosto e seu extrato foi publicado no Diário Oficial Eletrônico do Município nesta quinta-feira, 12. Justiça determinou a contratação de concursados Em janeiro de 2019, o

3 Peças de Teatro em setembro

3 peças teatrais imperdíveis que estarão em Feira em setembro

A cena teatral em Feira de Santana é intensa e fértil, com a produção de muitos espetáculos de repercussão e visibilidade nacional, além da recepção de peças de outras partes do país que encontram na cidade acolhimento para suas apresentações. Só para tomar um exemplo, em Feira ocorre um dos maiores festivais de teatro infantil do Brasil – o FENATIFS, que já está organizando sua 12ª edição para 2019. Nesse mês de setembro de 2019, o feirense terá a oportunidade de preencher sua programação com três espetáculos de muita qualidade, abordando a vida de figuras de relevância histórica: a pintora

Augusto Aras e Feira de Santana

A relação do Procurador de Bolsonaro com Feira de Santana

Quem acompanha o noticiário político nacional tem visto o debate em torno da indicação de Antônio Augusto Brandão de Aras para o cargo de Procurador Geral da República, feita pelo presidente Jair Bolsonaro. O que poucos feirenses sabem, entretanto, é que Augusto Aras tem íntima relação com Feira de Santana. Augusto é filho do ex-vereador Roque Aras, que exerceu o mandato na Câmara Municipal feirense entre 1971 e 1975 pelo MDB – partido que fazia oposição ao Regime Militar à época. Roque Aras foi também Deputado Estadual (1975-1979) e Deputado Federal (1979-1983). De acordo com o jornalista Dimas Oliveira, Augusto

Podcast para quem merece

O irreverente “Podcast para quem merece”

É crescente a quantidade de pessoas que consome conteúdo em áudio, no Brasil e no exterior. Dos áudiolivros aos podcasts, muitos usuários aproveitam os momentos de ócio em filas, no transporte ou mesmo nas tarefas domésticas para ouvir notícias, debates, aulas etc. A Rede Globo, por exemplo, percebeu a tendência, e lançou recentemente vários podcasts para sua audiência. Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde o usuário quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio,

Escola Municipal Maria Andiara Silva Souza

A (falta de) estrutura de uma escola em Jaguara

A diretora da APLB/Feira, professora Marlede Oliveira, visitou na última quarta-feira (4), a Escola Municipal Maria Andiara Silva Souza que fica localizada no Povoado da Barra no Distrito de Jaguara. Na escola foi constatado que: A Escola funciona com apenas duas salas de aula e uma professora para lecionar Infantil, 1° ano, 2° ano, 3° ano, 4º ano e o 5° ano; A professora não tem Reserva de 1/3 da Carga Horária; A Escola não tem Internet nem Coordenador Pedagógico. Metas do IDEB Desde 2011, Feira não atinge as metas do Ideb para os anos iniciais do Ensino Fundamental. O

A Feira que se deseja para a próxima década (I)

O Governo do Estado anuncia para meados do ano a licitação para a construção da Ponte Salvador-Itaparica. Pelo que noticia a imprensa, empresários chineses estão muito interessados em tocar o empreendimento. Parece que não estão assustados com a crise econômica que deprime o Brasil há quase cinco anos, nem com a instabilidade política que balouça a enferma democracia do País. Caso toquem a empreitada – e tudo saia conforme se anuncia – talvez até o final da primeira metade da próxima década o equipamento esteja pronto.

A previsão aponta que mais de R$ 1 bilhão sairá dos cofres públicos para custear o empreendimento. O montante soma-se a investimentos de vulto realizados na última década, como as linhas um e dois do metrô, as rótulas do Aeroporto e do Abacaxi, o sistema viário implantado no bairro do Imbuí e a Avenida Gal Costa, que conecta áreas de expansão na periferia de Salvador.

É claro que a capital baiana permanece carente de investimentos em infraestrutura viária e de transportes. Mas, em relação àqueles baianos que residem no interior, os soteropolitanos não podem reclamar: boa parte dos recursos aplicados nos últimos anos atendeu, sobretudo, Salvador. Vá lá que Salvador é, obviamente, a capital. Mas as grandes cidades do interior também merecem alguma atenção.

Como compensação, aqui na Feira de Santana acenou-se com a construção da avenida Nóide Cerqueira, naquela região de intenso povoamento recente no antigo bairro SIM. Ou com a revitalização da Lagoa Grande, nas imediações do Anel de Contorno, que permanece sem árvores no entorno, apesar do sol habitualmente implacável. Também se acena com contrapartidas estaduais – água e esgoto – nos condomínios populares do Minha Casa Minha Vida.

São intervenções importantes? Sem dúvida. É mais do que se fazia antigamente? Aí já se transita pela seara das paixões partidárias. E essa passionalidade é pouco efetiva para quem almeja ir além: vislumbrar o esboço de um projeto, de um plano, pelo menos de um futuro desejado para a Feira de Santana. Com método, clareza e pouco confete, conforme costuma ser desejável na espinhosa função planejamento. No momento isso não existe.

“O que se pretende, por exemplo, para a badalada Região Metropolitana da Feira de Santana?”

O que se pretende, por exemplo, para a badalada Região Metropolitana da Feira de Santana? O metrô e algumas intervenções viárias recentes, em Salvador, reverberam no entorno metropolitano. Mesmo os mais ferrenhos adversários do governo estadual são forçados a reconhecer o avanço na mobilidade urbana de Salvador, já com repercussão sobre a vizinha Lauro de Freitas.

Aqui já vai ser de bom tamanho se o próximo prefeito conseguir melhorar alguma coisa no sistema de transportes da RMFS. É um primeiro passo com nítidas externalidades positivas: quem reside e trabalha ou estuda noutra cidade – algo corriqueiro por aqui – vai ser beneficiado, com ganho em qualidade de vida; o comércio, trôpego nesses tempos de crise aguda, pode se oxigenar; e, sobre a prestação de serviços – que exige deslocamentos – os efeitos positivos serão ainda mais óbvios.

Antes de tudo é necessário ter uma agenda – um plano – lançado no papel. Sem ele, não adiantam concertações políticas, nem as mais nobres ambições. Mas isso é missão para os candidatos à prefeitura em 2020, que já começam a se movimentar nos bastidores da política feirense…


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